Informações sobre o sono e descanso

4 horas de sono: A chave para o êxito?

Donald Trump submeteu-se recentemente um exame de saúde, que é realizado anualmente para todos os presidentes dos EUA, com o objetivo de garantir que ele esteja em condições de realizar seu trabalho. Como tudo o que rodeia o atual presidente dos EUA, os resultados tiveram um grande impacto.

O médico que realizou o exame médico do presidente sublinhou que Donald Trump está em um ótimo estado de saúde. Quanto ao descanso do presidente, o médico disse que é o tipo de pessoa que não precisa de muitas horas de sono. Sabe-se que o atual presidente dos Estados Unidos só dorme cerca de quatro horas por dia. O médico acabou por surpreender os seus colegas, acrescentando que as poucas horas de sono do magnata foram a razão pela qual ele teve tanto sucesso na sua carreira.

Donald Trump não é o único líder poderoso que confessou dormir tão pouco. Os seus predecessores no cargo, como Bill Clinton e Obama, também alegaram dormir cerca de cinco horas por dia. A mesma situação ocorre com os executivos das principais multinacionais. Os médicos e todos os estudos realizados a esse respeito concordam que todos precisam de pelo menos 7 a 8 horas de sono por dia. Menos horas de descanso representam um risco para a saúde e podem levar a problemas tanto a curto como a longo prazo.

Enquanto dormimos, as células regeneram-se e o nosso cérebro e memória são “reiniciados”. O sono também desempenha um papel importante na regulação do humor e do apetite. Sem dúvida, a forma como dormimos tem influência na nossa produtividade e, portanto, nas nossas chances de sucesso. De Maxcolchon, recomendamos que você siga os conselhos dos profissionais de saúde, descansando o número de horas necessárias para a recuperação completa do seu corpo. Um descanso agradável é o melhor caminho para o sucesso.

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A falta de sono e Alzheimer

Um recente estudo demonstrou que a falta de sono está conectada com maiores níveis de uma proteína chamada beta-amiloide, conhecida pela sua relação com Alzheimer.

Para realizar o estudo, reuniram-se 20 participantes para que dormissem uma noite no Instituto Nacional de Saúde de Maryland (E.E.U.U.). Depois de uma noite de sono, foram submetidos a um scanner com o qual monitorizaram os níveis de proteínas no cérebro. Aproximadamente duas semanas depois, cada um dos participantes voltou a passar outra noite no centro. No entanto, desta vez foram despertados a cada hora, não sendo permitidos dormir profundamente. Depois de mais de 30 horas onde foram obrigados a manter-se acordados voltou-se a repetir o mesmo scanner cerebral.

Os resultados foram evidentes. Dezanove dos vinte participantes, com idades variantes desde os 22 aos 72 anos, mostraram níveis de beta-amiloides muito superiores depois de uma noite de não poder dormir corretamente. Ainda que estes níveis não eram preocupantes para o surgimento do Alzheimer, o estudo sugere uma conexão provável entre os hábitos de sono e o surgimento posterior desta doença.

Em parte, o Alzheimer diagnostica-se detetando grandes placas de beta-amiloide realizando estes mesmos scanner. Não obstante, ainda não se pode esclarecer qual é o motivo que cria o surgimento desta proteína.

Todas as pessoas produzem pequenas quantidades de beta-amiloide nos cérebros como parte do processo de generação de outras proteínas. No entanto, o próprio cérebro acaba por limpar esta proteína. Os investigadores não puderam detetar ainda se os maiores níveis de beta-amiloide se devem a que a falta de sono detém ou afeta o processo de limpeza do cérebro ou se esta se produz em quantidades maiores ao estar tantas horas acordado.

O que este estudo, igual a muitos outros, sim sugere é que a falta do descanso devido afeta o funcionamento correto do nosso cérebro.

Imagine voar na comodidade de uma cama

O fabricante europeu de aviões Airbus anunciou que estuda criar zonas de descanso com camas no andar inferior dos seus novos modelos.

Airbus trabalha com o fabricante de assentos Zodiac Aerospace no design de camas para serem instaladas nos porões dos aviões. A ideia é que o novo modelo Airbus A330, cujo lanzamento está previsto para 2020, incorpore camas para que os passageiros possam relaxar e dormir esticados durante os trajetos mais largos.

No momento trata-se unicamente de um projeto. Os fabricantes de aviões estudam constantemente como poder oferecer inovações que os diferenciem da competição. Tetos transparentes, zonas de jogos infantis, ginásio, bares… No entanto, a execução nem sempre é infalível.

Um dos pontos principais é a segurança. Durante certas fases dos voos, como levantar voo, aterragens ou momentos de turbulências os passageiros devem estar sentados com o assento reto, pelo que com o uso da cama se vê complicado. De igual forma, a zona dos assentos são sempre superiores no avião, pelo que a localização das camas no porão também levanta dúvidas sobre a segurança em relação à capacidade para evacuar os passageiros ante uma emergência.

As aerolínhas incorporaram alternativas multiplas para que esteja entretido durante os voos transoceanicos. Música, jogos, filmes… Não obstante, não há melhor maneira de estar oito horas num avião que passando pelas brasas.