Informações sobre o sono e descanso

Colchão de Látex ou Colchão Viscoelático?

Se  está a pensar em comprar um colchão e está indeciso entre o látex e o viscoelástico, damos-te alguns conselhos práticos que podem ajudar a decidir-te pelo colchão que mais adapta-se às tuas preferências e necessidades.

Os dois materiais são excelentes para oferecer um bom descanso, porem são bem diferentes,  vai depender unicamente das suas preferências. Relacionamos abaixo algumas diferenças entre o látex e o viscoelástico:

O Látex é de origem vegetal, resina de caucho, pode ser 100% Natural ou sintético. Geralmente os colchões de látex considerados 100% Natural, têm uma  composição de 80% látex Natural e 20% látex Sintético, isso é porque os colchões de látex Natural sempre devem ter uma porcentagem de material sintético. O colchão Latex Natural da Maxcolchon é o único do mercado que tem uma composição de 96% látex Natural. Os colchões de látex oferecem uma sensação esponjosa e muito suave, articulam perfeitamente e sempre devem ir acompanhados de um estrado de ripas, porque necessitam um arejamento especial. O se núcleo é um bloco único. Adaptam-se ao corpo dependendo das zonas de descanso que tenha o colchão. Há modelos que têm 7 zonas de descanso, outros 5 zonas de descanso, inclusive há alguns que só têm a zona lombar diferenciada.

Os colchões viscoelasticos oferecem firmeza e adaptação. Foi inventado pela NASA, para oferecer um maior conforto e adaptabilidade à roupa especial dos astronautas. É um material que adapta-se de forma natural, oferece uma sensação de firmeza, menos suave que o látex, e amolda-se de maneira muito exacta ao corpo. Pode ser usado tanto com uma base rija quanto com um estrado de ripas, não necessita uma ventilação especial como o látex. Geralmente os colchões Viscoeláticos possuem um núcleo que está composto por um bloco de HR e uma capa de Viscoelastica. A Viscoelastica tem efeito memória, adapta-se de forma absoluta, eliminando qualquer ponto de pressão.

Seja um colchão de Látex ou Viscoelática, a Maxcolchon coloca à sua disposição uma ampla gama de colchões, e uma equipa de expertos para ajudar-te a encontrar o teu sonhado colchão. Visita-nos!

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A falta de sono e Alzheimer

Um recente estudo demonstrou que a falta de sono está conectada com maiores níveis de uma proteína chamada beta-amiloide, conhecida pela sua relação com Alzheimer.

Para realizar o estudo, reuniram-se 20 participantes para que dormissem uma noite no Instituto Nacional de Saúde de Maryland (E.E.U.U.). Depois de uma noite de sono, foram submetidos a um scanner com o qual monitorizaram os níveis de proteínas no cérebro. Aproximadamente duas semanas depois, cada um dos participantes voltou a passar outra noite no centro. No entanto, desta vez foram despertados a cada hora, não sendo permitidos dormir profundamente. Depois de mais de 30 horas onde foram obrigados a manter-se acordados voltou-se a repetir o mesmo scanner cerebral.

Os resultados foram evidentes. Dezanove dos vinte participantes, com idades variantes desde os 22 aos 72 anos, mostraram níveis de beta-amiloides muito superiores depois de uma noite de não poder dormir corretamente. Ainda que estes níveis não eram preocupantes para o surgimento do Alzheimer, o estudo sugere uma conexão provável entre os hábitos de sono e o surgimento posterior desta doença.

Em parte, o Alzheimer diagnostica-se detetando grandes placas de beta-amiloide realizando estes mesmos scanner. Não obstante, ainda não se pode esclarecer qual é o motivo que cria o surgimento desta proteína.

Todas as pessoas produzem pequenas quantidades de beta-amiloide nos cérebros como parte do processo de generação de outras proteínas. No entanto, o próprio cérebro acaba por limpar esta proteína. Os investigadores não puderam detetar ainda se os maiores níveis de beta-amiloide se devem a que a falta de sono detém ou afeta o processo de limpeza do cérebro ou se esta se produz em quantidades maiores ao estar tantas horas acordado.

O que este estudo, igual a muitos outros, sim sugere é que a falta do descanso devido afeta o funcionamento correto do nosso cérebro.

Imagine voar na comodidade de uma cama

O fabricante europeu de aviões Airbus anunciou que estuda criar zonas de descanso com camas no andar inferior dos seus novos modelos.

Airbus trabalha com o fabricante de assentos Zodiac Aerospace no design de camas para serem instaladas nos porões dos aviões. A ideia é que o novo modelo Airbus A330, cujo lanzamento está previsto para 2020, incorpore camas para que os passageiros possam relaxar e dormir esticados durante os trajetos mais largos.

No momento trata-se unicamente de um projeto. Os fabricantes de aviões estudam constantemente como poder oferecer inovações que os diferenciem da competição. Tetos transparentes, zonas de jogos infantis, ginásio, bares… No entanto, a execução nem sempre é infalível.

Um dos pontos principais é a segurança. Durante certas fases dos voos, como levantar voo, aterragens ou momentos de turbulências os passageiros devem estar sentados com o assento reto, pelo que com o uso da cama se vê complicado. De igual forma, a zona dos assentos são sempre superiores no avião, pelo que a localização das camas no porão também levanta dúvidas sobre a segurança em relação à capacidade para evacuar os passageiros ante uma emergência.

As aerolínhas incorporaram alternativas multiplas para que esteja entretido durante os voos transoceanicos. Música, jogos, filmes… Não obstante, não há melhor maneira de estar oito horas num avião que passando pelas brasas.