Informações sobre o sono e descanso

Colchão Naturfresh. Um perfeito companheiro de descanso.

O colchão Naturfresh possui o singular poder de dissipar o calor e a humidade com uma rapidez impressionante. Está especialmente recomendado para pessoas calorentas que necessitem um colchão firme e que não retenha a humidade corporal.

O seu núcleo está composto de um bloco de espuma Ositex, na base do colchão, 6m centímetros de Viscoelástica  Sensus no meio e a capa de Dryfeel na parte superior.

O bloco Ositex mantêm o correcto alinhamento da coluna, e uma adequada circulação do ar que resulta numa excelente transpirabilidade. Este bloco possui uma excelente resiliência, que proporciona uma acolhida óptima durante o descanso.

A Viscoelástica Sensus, com 55kg/m3 se diferencia das outras viscoelásticas  porque está fabricada com estructura celular aberta, muito mais aberta que outras viscoelásticas. Com este modo de fabrico obtemos uma maior circulação do ar no material viscoelástico, o que produz uma maior transpirabilidade, evitando acumulações de calor, e reduzindo notavelmente essa sensação, de maneira muito mais eficaz que qualquer outra viscoelástica do mercado.

O Dryfeel® é um material que se encontra no núcleo do colchão, justo sobre a capa de viscoelástica sensus, a sua principal função é evitar a acumulação de humidade que podemos desprender no descanso. É um material de célula aberta que facilita  a evacuação do vapor e a humidade oferecendo uma correcta transpiração.

Esta composição faz do colchão Naturfresh um colchão único, desenhado especialmente para dissipar e eliminar qualquer sensação de calor e humidade durante o descanso.

Se seu problema é a sensação de calor quando está a dormir, ou a transpiração excessiva, o seu colchão ideal é o Naturfresh, já que sua viscoelástica Sensus transpirável favorece a circulação do ar e evita a acumulação de calor, graças à sua estrutura celular aberta. É menos sensível à mudança de temperatura e não notará calor ou humidade no seu colchão.

Encontrará o colchão Nartufresh, na nossa gama de Colchões Viscoelásticos Natural.

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A falta de sono e Alzheimer

Um recente estudo demonstrou que a falta de sono está conectada com maiores níveis de uma proteína chamada beta-amiloide, conhecida pela sua relação com Alzheimer.

Para realizar o estudo, reuniram-se 20 participantes para que dormissem uma noite no Instituto Nacional de Saúde de Maryland (E.E.U.U.). Depois de uma noite de sono, foram submetidos a um scanner com o qual monitorizaram os níveis de proteínas no cérebro. Aproximadamente duas semanas depois, cada um dos participantes voltou a passar outra noite no centro. No entanto, desta vez foram despertados a cada hora, não sendo permitidos dormir profundamente. Depois de mais de 30 horas onde foram obrigados a manter-se acordados voltou-se a repetir o mesmo scanner cerebral.

Os resultados foram evidentes. Dezanove dos vinte participantes, com idades variantes desde os 22 aos 72 anos, mostraram níveis de beta-amiloides muito superiores depois de uma noite de não poder dormir corretamente. Ainda que estes níveis não eram preocupantes para o surgimento do Alzheimer, o estudo sugere uma conexão provável entre os hábitos de sono e o surgimento posterior desta doença.

Em parte, o Alzheimer diagnostica-se detetando grandes placas de beta-amiloide realizando estes mesmos scanner. Não obstante, ainda não se pode esclarecer qual é o motivo que cria o surgimento desta proteína.

Todas as pessoas produzem pequenas quantidades de beta-amiloide nos cérebros como parte do processo de generação de outras proteínas. No entanto, o próprio cérebro acaba por limpar esta proteína. Os investigadores não puderam detetar ainda se os maiores níveis de beta-amiloide se devem a que a falta de sono detém ou afeta o processo de limpeza do cérebro ou se esta se produz em quantidades maiores ao estar tantas horas acordado.

O que este estudo, igual a muitos outros, sim sugere é que a falta do descanso devido afeta o funcionamento correto do nosso cérebro.

Imagine voar na comodidade de uma cama

O fabricante europeu de aviões Airbus anunciou que estuda criar zonas de descanso com camas no andar inferior dos seus novos modelos.

Airbus trabalha com o fabricante de assentos Zodiac Aerospace no design de camas para serem instaladas nos porões dos aviões. A ideia é que o novo modelo Airbus A330, cujo lanzamento está previsto para 2020, incorpore camas para que os passageiros possam relaxar e dormir esticados durante os trajetos mais largos.

No momento trata-se unicamente de um projeto. Os fabricantes de aviões estudam constantemente como poder oferecer inovações que os diferenciem da competição. Tetos transparentes, zonas de jogos infantis, ginásio, bares… No entanto, a execução nem sempre é infalível.

Um dos pontos principais é a segurança. Durante certas fases dos voos, como levantar voo, aterragens ou momentos de turbulências os passageiros devem estar sentados com o assento reto, pelo que com o uso da cama se vê complicado. De igual forma, a zona dos assentos são sempre superiores no avião, pelo que a localização das camas no porão também levanta dúvidas sobre a segurança em relação à capacidade para evacuar os passageiros ante uma emergência.

As aerolínhas incorporaram alternativas multiplas para que esteja entretido durante os voos transoceanicos. Música, jogos, filmes… Não obstante, não há melhor maneira de estar oito horas num avião que passando pelas brasas.