Informações sobre o sono e descanso

Como saber que colchão escolher para ter um descanso reparador?

Hoje em dia, existe uma ampla gama de colchões e de materiais a escolher que podem  complicar a tarefa da procura de um colchão que atenda nossas necessidades, para ter um feliz descanso.

Com certeza, já aconteceu de entrar numa loja e  ver uma grande quantidade de modelos, cada um com uma composição diferente, dificultando a nossa escolha por um ou por outro colchão, já que a grande maioria parece ser  o ideal, e ao  adquirir-lo percebemos que nos equivocamos.

Muito bem, para  não errar na tentativa de dormir comodamente, vou dar-lhes uns conselhos para a hora de escolher o seu colchão personalizado:

Em primeiro lugar, devemos perguntar-nos: Como eu gosto de dormir? É um dado muito  importante, já que não é a mesma coisa dormir em um colchão duro que num mais macio, para isso devemos informar ao agente, quais são nossos gostos na hora de descansar e com isso descartar alguns modelos que não se adéquam às nossas preferências.

Feito isto, vamos à segunda pergunta: O qué é que dificulta o meu descanso? Outra pergunta importante, já que, se por exemplo temos dores articulares ou musculares, o que mais  recomenda-se são os colchões viscoelasticos, para proporcionar-nos um correcto alinhamento da coluna com uma excelente adaptabilidade. O que conseguimos com isto? Reduzir os pontos de pressão no nosso corpo e evitar contracturas.

Se não nos agrada a sensação de envoltura que pode dar-nos a viscoelastica e queremos um colchão macio, outra boa opção seria a escolha de um  colchão de latex. Por outro lado se o que queremos é um colchão mais firme os colchões de molas seriam os mais apropriados.

Já seja comprando em uma loja física ou em loja online, o importante é assessorar-se  sobre os benefícios que proporciona cada tipo de colchões.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

A falta de sono e Alzheimer

Um recente estudo demonstrou que a falta de sono está conectada com maiores níveis de uma proteína chamada beta-amiloide, conhecida pela sua relação com Alzheimer.

Para realizar o estudo, reuniram-se 20 participantes para que dormissem uma noite no Instituto Nacional de Saúde de Maryland (E.E.U.U.). Depois de uma noite de sono, foram submetidos a um scanner com o qual monitorizaram os níveis de proteínas no cérebro. Aproximadamente duas semanas depois, cada um dos participantes voltou a passar outra noite no centro. No entanto, desta vez foram despertados a cada hora, não sendo permitidos dormir profundamente. Depois de mais de 30 horas onde foram obrigados a manter-se acordados voltou-se a repetir o mesmo scanner cerebral.

Os resultados foram evidentes. Dezanove dos vinte participantes, com idades variantes desde os 22 aos 72 anos, mostraram níveis de beta-amiloides muito superiores depois de uma noite de não poder dormir corretamente. Ainda que estes níveis não eram preocupantes para o surgimento do Alzheimer, o estudo sugere uma conexão provável entre os hábitos de sono e o surgimento posterior desta doença.

Em parte, o Alzheimer diagnostica-se detetando grandes placas de beta-amiloide realizando estes mesmos scanner. Não obstante, ainda não se pode esclarecer qual é o motivo que cria o surgimento desta proteína.

Todas as pessoas produzem pequenas quantidades de beta-amiloide nos cérebros como parte do processo de generação de outras proteínas. No entanto, o próprio cérebro acaba por limpar esta proteína. Os investigadores não puderam detetar ainda se os maiores níveis de beta-amiloide se devem a que a falta de sono detém ou afeta o processo de limpeza do cérebro ou se esta se produz em quantidades maiores ao estar tantas horas acordado.

O que este estudo, igual a muitos outros, sim sugere é que a falta do descanso devido afeta o funcionamento correto do nosso cérebro.

Imagine voar na comodidade de uma cama

O fabricante europeu de aviões Airbus anunciou que estuda criar zonas de descanso com camas no andar inferior dos seus novos modelos.

Airbus trabalha com o fabricante de assentos Zodiac Aerospace no design de camas para serem instaladas nos porões dos aviões. A ideia é que o novo modelo Airbus A330, cujo lanzamento está previsto para 2020, incorpore camas para que os passageiros possam relaxar e dormir esticados durante os trajetos mais largos.

No momento trata-se unicamente de um projeto. Os fabricantes de aviões estudam constantemente como poder oferecer inovações que os diferenciem da competição. Tetos transparentes, zonas de jogos infantis, ginásio, bares… No entanto, a execução nem sempre é infalível.

Um dos pontos principais é a segurança. Durante certas fases dos voos, como levantar voo, aterragens ou momentos de turbulências os passageiros devem estar sentados com o assento reto, pelo que com o uso da cama se vê complicado. De igual forma, a zona dos assentos são sempre superiores no avião, pelo que a localização das camas no porão também levanta dúvidas sobre a segurança em relação à capacidade para evacuar os passageiros ante uma emergência.

As aerolínhas incorporaram alternativas multiplas para que esteja entretido durante os voos transoceanicos. Música, jogos, filmes… Não obstante, não há melhor maneira de estar oito horas num avião que passando pelas brasas.