Informações sobre o sono e descanso

Conselhos para escolher o colchão perfeito

Conselhos para escolher o colchão perfeito

Descansar é necessário para todos. Nosso corpo precisa repousar do esforço diario e nossa mente descansar.

A escolha de um bom colchão é vital para nosso rendimento, além de estar invertindo em saúde para nosso orgânismo.

Devemos escolher o colchão mais adequado em função de nossas características. Peso, compleição física, gostos no descanso, são questões a ter em conta na hora de escolher o colchão que melhor se adapte a nós.

Rijo ou macio

Se estamos a procurar um colchão que nos ajude a descansar bem as costas e eliminar dores nessa zona devemos escolher aqueles que tenham uma firmeza intermédia-alta. No entanto, se o problema é de circulação, um colchão de firmeza intermédia-baixa irá resultar mais adequado.

Alérgias

Se não temos alérgias ou estas não são severas não irá nos afetar neste sentido o colchão que escolhamos. No entanto, para aquelas pessoas que são alérgicas aos acaros ou látex, este punto deve se ter muito em conta. O melhor é optar por aqueles colchões com tratamentos específicos ao respeito.

Látex, visco, espuma ou molas

A eterna pergunta, O que é melhor? Irá depender do que estemos a procurar no descanso. Cada um deles tem suas vantagens e desvantagens, a chave é encontrar aquele mais acorde a suas necessidades. Mantém a mente aberta e deixe-se aconselhar por um professional do descanso.

Movimente-se

Se for a uma loja de colchões, experimente, deite-se e movimente-se todo o que puder. Ao começo pode nos dar um pouco de vergonha, mas a sensações que um colchão possa nos transmitir sentados nada tem a ver com o que iremos a sentir enquanto dormimos. Afinal das contas o peso que exercemos sobre o colchão sentado não é o mesmo que quando estamos deitados.

Por isso, se for a uma loja para experimentar colchões, o que deves fazer é se deitar, se colocar na posição que habitualmente dorme e se movimentar como faria no seu descanso.

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A falta de sono e Alzheimer

Um recente estudo demonstrou que a falta de sono está conectada com maiores níveis de uma proteína chamada beta-amiloide, conhecida pela sua relação com Alzheimer.

Para realizar o estudo, reuniram-se 20 participantes para que dormissem uma noite no Instituto Nacional de Saúde de Maryland (E.E.U.U.). Depois de uma noite de sono, foram submetidos a um scanner com o qual monitorizaram os níveis de proteínas no cérebro. Aproximadamente duas semanas depois, cada um dos participantes voltou a passar outra noite no centro. No entanto, desta vez foram despertados a cada hora, não sendo permitidos dormir profundamente. Depois de mais de 30 horas onde foram obrigados a manter-se acordados voltou-se a repetir o mesmo scanner cerebral.

Os resultados foram evidentes. Dezanove dos vinte participantes, com idades variantes desde os 22 aos 72 anos, mostraram níveis de beta-amiloides muito superiores depois de uma noite de não poder dormir corretamente. Ainda que estes níveis não eram preocupantes para o surgimento do Alzheimer, o estudo sugere uma conexão provável entre os hábitos de sono e o surgimento posterior desta doença.

Em parte, o Alzheimer diagnostica-se detetando grandes placas de beta-amiloide realizando estes mesmos scanner. Não obstante, ainda não se pode esclarecer qual é o motivo que cria o surgimento desta proteína.

Todas as pessoas produzem pequenas quantidades de beta-amiloide nos cérebros como parte do processo de generação de outras proteínas. No entanto, o próprio cérebro acaba por limpar esta proteína. Os investigadores não puderam detetar ainda se os maiores níveis de beta-amiloide se devem a que a falta de sono detém ou afeta o processo de limpeza do cérebro ou se esta se produz em quantidades maiores ao estar tantas horas acordado.

O que este estudo, igual a muitos outros, sim sugere é que a falta do descanso devido afeta o funcionamento correto do nosso cérebro.

Imagine voar na comodidade de uma cama

O fabricante europeu de aviões Airbus anunciou que estuda criar zonas de descanso com camas no andar inferior dos seus novos modelos.

Airbus trabalha com o fabricante de assentos Zodiac Aerospace no design de camas para serem instaladas nos porões dos aviões. A ideia é que o novo modelo Airbus A330, cujo lanzamento está previsto para 2020, incorpore camas para que os passageiros possam relaxar e dormir esticados durante os trajetos mais largos.

No momento trata-se unicamente de um projeto. Os fabricantes de aviões estudam constantemente como poder oferecer inovações que os diferenciem da competição. Tetos transparentes, zonas de jogos infantis, ginásio, bares… No entanto, a execução nem sempre é infalível.

Um dos pontos principais é a segurança. Durante certas fases dos voos, como levantar voo, aterragens ou momentos de turbulências os passageiros devem estar sentados com o assento reto, pelo que com o uso da cama se vê complicado. De igual forma, a zona dos assentos são sempre superiores no avião, pelo que a localização das camas no porão também levanta dúvidas sobre a segurança em relação à capacidade para evacuar os passageiros ante uma emergência.

As aerolínhas incorporaram alternativas multiplas para que esteja entretido durante os voos transoceanicos. Música, jogos, filmes… Não obstante, não há melhor maneira de estar oito horas num avião que passando pelas brasas.