Informações sobre o sono e descanso

Devemos dormir com ou sem meias? Eterno debate

Você é uma daquelas pessoas que cobre os pés durante a noite, ou no entanto gosta de ter os dedos ao ar? Hoje lhe contamos as vantagens e desvantagens de cada uma das duas opções. Não perca!

DORMIR COM MEIAS

• Ajuda a dormir mais cedo a aquelas pessoas que são friolentas. Sendo uma área em que o sangue circula pior, se esfriam mais rapidamente quando eles estão parados.
• Reduz a transpiração, se o tecido com que é fabricado e de um material adequado.
• Impede contrair fungos e infecções resultantes do contacto directo com os lençóis.
• Ajuda a manter a temperatura corporal.
• Reduz as vezes que acordamos cada noite.
• Se as meias apertam, pode interromper a boa circulação do fluxo de sangue nos membros inferiores.
• Não se devem colocar as mesmas meias que usamos durante o dia, e sim umas limpas usadas exclusivamente para dormir.

DORMIR SEM MEIAS

• Ajuda a que o sangue flua, prevenindo o aparecimento de varizes ou inchaço dos tornozelos e pés.
• Evita maus odores e transpiração (no caso de materiais pouco transpiráveis).
• O corpo é capaz de manter uma temperatura corporal constante ao não estar acostumado a manter a temperatura dos pés externamente.

Também é dito que a personalidade de cada um esta relação a se se dorme com ou sem meias. Assim, uma pessoa que dorme com elas gosta mais de ficar acompanhada, são íntimo e acolhedores. Aquelas que preferem dormir sem elas são mais independentes e precisam de mais liberdade.

Agora ja sabe quais são as vantagens e desvantagens de cada opção. E você, dorme com ou sem meias? Esperamos ter-lhe ajudado um pouco, se tinha dúvidas de qual opção escolher.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

A falta de sono e Alzheimer

Um recente estudo demonstrou que a falta de sono está conectada com maiores níveis de uma proteína chamada beta-amiloide, conhecida pela sua relação com Alzheimer.

Para realizar o estudo, reuniram-se 20 participantes para que dormissem uma noite no Instituto Nacional de Saúde de Maryland (E.E.U.U.). Depois de uma noite de sono, foram submetidos a um scanner com o qual monitorizaram os níveis de proteínas no cérebro. Aproximadamente duas semanas depois, cada um dos participantes voltou a passar outra noite no centro. No entanto, desta vez foram despertados a cada hora, não sendo permitidos dormir profundamente. Depois de mais de 30 horas onde foram obrigados a manter-se acordados voltou-se a repetir o mesmo scanner cerebral.

Os resultados foram evidentes. Dezanove dos vinte participantes, com idades variantes desde os 22 aos 72 anos, mostraram níveis de beta-amiloides muito superiores depois de uma noite de não poder dormir corretamente. Ainda que estes níveis não eram preocupantes para o surgimento do Alzheimer, o estudo sugere uma conexão provável entre os hábitos de sono e o surgimento posterior desta doença.

Em parte, o Alzheimer diagnostica-se detetando grandes placas de beta-amiloide realizando estes mesmos scanner. Não obstante, ainda não se pode esclarecer qual é o motivo que cria o surgimento desta proteína.

Todas as pessoas produzem pequenas quantidades de beta-amiloide nos cérebros como parte do processo de generação de outras proteínas. No entanto, o próprio cérebro acaba por limpar esta proteína. Os investigadores não puderam detetar ainda se os maiores níveis de beta-amiloide se devem a que a falta de sono detém ou afeta o processo de limpeza do cérebro ou se esta se produz em quantidades maiores ao estar tantas horas acordado.

O que este estudo, igual a muitos outros, sim sugere é que a falta do descanso devido afeta o funcionamento correto do nosso cérebro.

Imagine voar na comodidade de uma cama

O fabricante europeu de aviões Airbus anunciou que estuda criar zonas de descanso com camas no andar inferior dos seus novos modelos.

Airbus trabalha com o fabricante de assentos Zodiac Aerospace no design de camas para serem instaladas nos porões dos aviões. A ideia é que o novo modelo Airbus A330, cujo lanzamento está previsto para 2020, incorpore camas para que os passageiros possam relaxar e dormir esticados durante os trajetos mais largos.

No momento trata-se unicamente de um projeto. Os fabricantes de aviões estudam constantemente como poder oferecer inovações que os diferenciem da competição. Tetos transparentes, zonas de jogos infantis, ginásio, bares… No entanto, a execução nem sempre é infalível.

Um dos pontos principais é a segurança. Durante certas fases dos voos, como levantar voo, aterragens ou momentos de turbulências os passageiros devem estar sentados com o assento reto, pelo que com o uso da cama se vê complicado. De igual forma, a zona dos assentos são sempre superiores no avião, pelo que a localização das camas no porão também levanta dúvidas sobre a segurança em relação à capacidade para evacuar os passageiros ante uma emergência.

As aerolínhas incorporaram alternativas multiplas para que esteja entretido durante os voos transoceanicos. Música, jogos, filmes… Não obstante, não há melhor maneira de estar oito horas num avião que passando pelas brasas.