Informações sobre o sono e descanso

Passa muito calor quando dorme?

Com a chegada do calor, nos acostumamos a tomar certas medidas para esfriar o corpo. Uma dessas medidas é tirar um pé fora dos lençols. Lhe ocorre isto? Pois não anda desencaminhado é uma das melhores opções para regular sua temperatura corporal.

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As altas temperaturas propias da primavera e do verão fazem mossa no nosso descanso, tornando impossível às vezes poder conciliar o sono.

É por isso que procuramos a melhor forma para abaixar a temperatura do nosso corpo com alguns truques caseiros. Certeza que já tentou de tudo!

Pois bem, de acordo com a FNSEU (Fundação Nacional do sonho dos Estados Unidos) garante que a maneira de ser capaz de dormir, mesmo com temperaturas de verão em toda sua glória, é tirar um pé da cama. Afirmam que com esta prática não acordaremos durante a noite e conciliar o sonho será uma tarefa muito mais fácil. Isto é, de acordo com os especialistas, porque há uma estreita relação entre o sono e a temperatura corporal. É necessário que o nosso corpo tenha uma temperatura média para ser capaz de se relaxar, e este forma de refrescar-nos é um método muito positivo.

 

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Nosso corpo é preparado para regular a temperatura do corpo através de mecanismos independentes que direcionam o ritmo circadiano do sono, esse método natural é chamado de ‘Termorregulação’. A média da temperatura do corpo humano é de cerca de 37 ° C, mas varia durante o dia, sendo menor de madrugada. Sabe-se que, durante o sono, a temperatura corporal é regulada pior e tende a diminuir, ja que os mecanismos de termorregulação são mais instáveis durante o sono que durante a vigília, não ajustandose completamente à temperatura ambiente. É por isso que as temperaturas extremas causam perturbação do sono, despertares e pior qualidade de sono.

 

Pois bem, este estudo realizado pelo FNSEU diz que, ao ter nas mãos e nos pés um tipo diferente da pele do nosso corpo, não ter pêlo nessa parte do corpo e possuir umas qualidades vasculares para livrar-se do excesso do calor do corpo extraordinárias, tirar um pé ou os dois da cama enquanto dorme vai funcionar como um regulador da nossa temperatura.

Desde Maxcolchon lhe convidamos a experimentá-lo nestas datas de altas temperaturas e se esqueça do medo que algumas pessoas sofrem de ter membros fora dos lençóis.

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A falta de sono e Alzheimer

Um recente estudo demonstrou que a falta de sono está conectada com maiores níveis de uma proteína chamada beta-amiloide, conhecida pela sua relação com Alzheimer.

Para realizar o estudo, reuniram-se 20 participantes para que dormissem uma noite no Instituto Nacional de Saúde de Maryland (E.E.U.U.). Depois de uma noite de sono, foram submetidos a um scanner com o qual monitorizaram os níveis de proteínas no cérebro. Aproximadamente duas semanas depois, cada um dos participantes voltou a passar outra noite no centro. No entanto, desta vez foram despertados a cada hora, não sendo permitidos dormir profundamente. Depois de mais de 30 horas onde foram obrigados a manter-se acordados voltou-se a repetir o mesmo scanner cerebral.

Os resultados foram evidentes. Dezanove dos vinte participantes, com idades variantes desde os 22 aos 72 anos, mostraram níveis de beta-amiloides muito superiores depois de uma noite de não poder dormir corretamente. Ainda que estes níveis não eram preocupantes para o surgimento do Alzheimer, o estudo sugere uma conexão provável entre os hábitos de sono e o surgimento posterior desta doença.

Em parte, o Alzheimer diagnostica-se detetando grandes placas de beta-amiloide realizando estes mesmos scanner. Não obstante, ainda não se pode esclarecer qual é o motivo que cria o surgimento desta proteína.

Todas as pessoas produzem pequenas quantidades de beta-amiloide nos cérebros como parte do processo de generação de outras proteínas. No entanto, o próprio cérebro acaba por limpar esta proteína. Os investigadores não puderam detetar ainda se os maiores níveis de beta-amiloide se devem a que a falta de sono detém ou afeta o processo de limpeza do cérebro ou se esta se produz em quantidades maiores ao estar tantas horas acordado.

O que este estudo, igual a muitos outros, sim sugere é que a falta do descanso devido afeta o funcionamento correto do nosso cérebro.

Imagine voar na comodidade de uma cama

O fabricante europeu de aviões Airbus anunciou que estuda criar zonas de descanso com camas no andar inferior dos seus novos modelos.

Airbus trabalha com o fabricante de assentos Zodiac Aerospace no design de camas para serem instaladas nos porões dos aviões. A ideia é que o novo modelo Airbus A330, cujo lanzamento está previsto para 2020, incorpore camas para que os passageiros possam relaxar e dormir esticados durante os trajetos mais largos.

No momento trata-se unicamente de um projeto. Os fabricantes de aviões estudam constantemente como poder oferecer inovações que os diferenciem da competição. Tetos transparentes, zonas de jogos infantis, ginásio, bares… No entanto, a execução nem sempre é infalível.

Um dos pontos principais é a segurança. Durante certas fases dos voos, como levantar voo, aterragens ou momentos de turbulências os passageiros devem estar sentados com o assento reto, pelo que com o uso da cama se vê complicado. De igual forma, a zona dos assentos são sempre superiores no avião, pelo que a localização das camas no porão também levanta dúvidas sobre a segurança em relação à capacidade para evacuar os passageiros ante uma emergência.

As aerolínhas incorporaram alternativas multiplas para que esteja entretido durante os voos transoceanicos. Música, jogos, filmes… Não obstante, não há melhor maneira de estar oito horas num avião que passando pelas brasas.