Informações sobre o sono e descanso

Quanto precisa dormir uma criança?

Quanto precisa dormir uma criança?

Os pais sabem da importância do sono, mas nem todos estão cientes das horas que os filhos devem dormir dependendo de sua idade.

Os cochilos são de vital importância quando as crianças são pequenas, e desde o primeiro ano se iram reduzindo.

Maryanne Taylos, fundadora da companhia The Sleep Works indica qual é o número exato de horas que uma criança deve dormir dependendo de sua idade. Mas temos de deixar claro que se trata sempre de uma estimativa, a média geral que deveriam estar dormindo.

“Entre 16 e 18 horas dorme um bebé durante sua primeira semana de vida, a metade durante o dia e a outra metade durante a noite”, diz Taylor. “Nessas primeiras semanas, o tempo do cochilo é menos relevante, já que a principal coisa é tentar evitar que o bebê esteja muito cansado.” “Os cochilos de 30 ou 40 minutos são normais, mas a regularidade dessas sonecas é mais importante.”.

Na rede você pode encontrar muitas e variadas informações, o que, finalmente, vem a exceder os pais. Tenha em mente que cada bebê é diferente, portanto suas necessidades de dormir tambem o são.

Quando eles esfregam os olhos, bocejam, pegam suas orelhas, reclamam ou perdem o interesse em aquilo que estão fazendo é claramente um sinal de que eles estão cansados. O por exemplo, se nos custa muito que permaneçam dormidos. Se ele começa a chorar no momento de ir para a cama, provavelmente significa que ele está muito cansado.

Para que tudo fique mais claro lhe dizemos de média quanto deveria dormir uma criança de acordo com sua idade:

Uma semana: Oito horas por dia e oito horas e meia pela noite.

Cuatro semanas: Entre seis e sete horas por dia e oito ou nove pela noite.

Três meses: Por dia, entre quatro e cinco horas e à noite entre dez e onze horas.

Seis meses: Umas três horas por dia e 11 horas de noite.

Nove meses: Duas horas e meia por dia e 11 horas da noite.

Um ano: Um cochilo de umas 2 horas e meia e onze horas pela noite.

Dois anos: Uma hora e meia pelo dia e 11 horas pela noite.

Três anos: Soneca de 45 minutos e onze horas e meia pela noite

Quatro anos: Desaparece o cochilo, onze horas e meia pela noite.

Cinco anos: Umas onze horas pela noite.

Seis anos: Dez horas e 45 minutos.

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A falta de sono e Alzheimer

Um recente estudo demonstrou que a falta de sono está conectada com maiores níveis de uma proteína chamada beta-amiloide, conhecida pela sua relação com Alzheimer.

Para realizar o estudo, reuniram-se 20 participantes para que dormissem uma noite no Instituto Nacional de Saúde de Maryland (E.E.U.U.). Depois de uma noite de sono, foram submetidos a um scanner com o qual monitorizaram os níveis de proteínas no cérebro. Aproximadamente duas semanas depois, cada um dos participantes voltou a passar outra noite no centro. No entanto, desta vez foram despertados a cada hora, não sendo permitidos dormir profundamente. Depois de mais de 30 horas onde foram obrigados a manter-se acordados voltou-se a repetir o mesmo scanner cerebral.

Os resultados foram evidentes. Dezanove dos vinte participantes, com idades variantes desde os 22 aos 72 anos, mostraram níveis de beta-amiloides muito superiores depois de uma noite de não poder dormir corretamente. Ainda que estes níveis não eram preocupantes para o surgimento do Alzheimer, o estudo sugere uma conexão provável entre os hábitos de sono e o surgimento posterior desta doença.

Em parte, o Alzheimer diagnostica-se detetando grandes placas de beta-amiloide realizando estes mesmos scanner. Não obstante, ainda não se pode esclarecer qual é o motivo que cria o surgimento desta proteína.

Todas as pessoas produzem pequenas quantidades de beta-amiloide nos cérebros como parte do processo de generação de outras proteínas. No entanto, o próprio cérebro acaba por limpar esta proteína. Os investigadores não puderam detetar ainda se os maiores níveis de beta-amiloide se devem a que a falta de sono detém ou afeta o processo de limpeza do cérebro ou se esta se produz em quantidades maiores ao estar tantas horas acordado.

O que este estudo, igual a muitos outros, sim sugere é que a falta do descanso devido afeta o funcionamento correto do nosso cérebro.

Imagine voar na comodidade de uma cama

O fabricante europeu de aviões Airbus anunciou que estuda criar zonas de descanso com camas no andar inferior dos seus novos modelos.

Airbus trabalha com o fabricante de assentos Zodiac Aerospace no design de camas para serem instaladas nos porões dos aviões. A ideia é que o novo modelo Airbus A330, cujo lanzamento está previsto para 2020, incorpore camas para que os passageiros possam relaxar e dormir esticados durante os trajetos mais largos.

No momento trata-se unicamente de um projeto. Os fabricantes de aviões estudam constantemente como poder oferecer inovações que os diferenciem da competição. Tetos transparentes, zonas de jogos infantis, ginásio, bares… No entanto, a execução nem sempre é infalível.

Um dos pontos principais é a segurança. Durante certas fases dos voos, como levantar voo, aterragens ou momentos de turbulências os passageiros devem estar sentados com o assento reto, pelo que com o uso da cama se vê complicado. De igual forma, a zona dos assentos são sempre superiores no avião, pelo que a localização das camas no porão também levanta dúvidas sobre a segurança em relação à capacidade para evacuar os passageiros ante uma emergência.

As aerolínhas incorporaram alternativas multiplas para que esteja entretido durante os voos transoceanicos. Música, jogos, filmes… Não obstante, não há melhor maneira de estar oito horas num avião que passando pelas brasas.