Informações sobre o sono e descanso

Sonos musicais

Sonos musicais

O sono é uma necessidade, você pode gostar mais ou menos, mas você precisa dormir. No entanto, em ocasiões conciliar o sono é uma verdadeira odisséia.

As razões por que o sono nos resulta complicado podem ser diferentes. Stress, ansiedade, preocupações ou problemas mesmo fisiológicos, tais como dor nas costas por exemplo.

Estes problemas com o tempo só pioram e levam-nos a invertir os nossos ciclos de sono. Dormimos pelo dia pelo esgotamento de uma noite sem dormir, o que nos leva a ter muita energia para dormir à noite.

A música pode ser um aliado para o nosso descanso, já que podemos utilizá-la para nos relaxar.

Rachelle Norman, em um artículo publicado na revista Nuverz nos oferece uma série de pasos que podemos realizar para que a música nos ajude a conciliar o sono.

Bloquear o som externo

Especialmente para aqueles que vivem na cidade, o barulho da rua pode entrar no nosso quarto durante a noite, machucando nosso descanso. Sirenes, aviões ou conversas contribuem para nos acordar. A música agiria como um bloqueio, uma vez que o volume adequado nem impede o ruído externo para penetrar no nosso quarto.

Música que relaxa

O ritmo do nosso coração é aproximadamente 60 batimentos por minuto, uma música que encaixa a esse ritmo vai nos fornecer relaxamento físico e mental e irá favorescer o nosso descanso. Podemosprogramar o nosso reprodutor de música para soar durante 30 minutos ou uma hore e depois se desligue.

Respirar e ouvir

Às vezes o que faz com que não possamos dormir é precisamente não ser capazes de parar de pensar. Os problemas do dia, as coisas que temos pendentes de fazer, se não deixamos de pensar nelas enquanto tentamos conciliar o sono será complicado. Com a música que vamos fixar a nossa atenção sobre outra coisa e distrair-nos de nossos pensamentos. É só ouvir e respirar.

Siga estes conselhos e utilize a música e seus beneficios para obter um descanso perfeito.

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A falta de sono e Alzheimer

Um recente estudo demonstrou que a falta de sono está conectada com maiores níveis de uma proteína chamada beta-amiloide, conhecida pela sua relação com Alzheimer.

Para realizar o estudo, reuniram-se 20 participantes para que dormissem uma noite no Instituto Nacional de Saúde de Maryland (E.E.U.U.). Depois de uma noite de sono, foram submetidos a um scanner com o qual monitorizaram os níveis de proteínas no cérebro. Aproximadamente duas semanas depois, cada um dos participantes voltou a passar outra noite no centro. No entanto, desta vez foram despertados a cada hora, não sendo permitidos dormir profundamente. Depois de mais de 30 horas onde foram obrigados a manter-se acordados voltou-se a repetir o mesmo scanner cerebral.

Os resultados foram evidentes. Dezanove dos vinte participantes, com idades variantes desde os 22 aos 72 anos, mostraram níveis de beta-amiloides muito superiores depois de uma noite de não poder dormir corretamente. Ainda que estes níveis não eram preocupantes para o surgimento do Alzheimer, o estudo sugere uma conexão provável entre os hábitos de sono e o surgimento posterior desta doença.

Em parte, o Alzheimer diagnostica-se detetando grandes placas de beta-amiloide realizando estes mesmos scanner. Não obstante, ainda não se pode esclarecer qual é o motivo que cria o surgimento desta proteína.

Todas as pessoas produzem pequenas quantidades de beta-amiloide nos cérebros como parte do processo de generação de outras proteínas. No entanto, o próprio cérebro acaba por limpar esta proteína. Os investigadores não puderam detetar ainda se os maiores níveis de beta-amiloide se devem a que a falta de sono detém ou afeta o processo de limpeza do cérebro ou se esta se produz em quantidades maiores ao estar tantas horas acordado.

O que este estudo, igual a muitos outros, sim sugere é que a falta do descanso devido afeta o funcionamento correto do nosso cérebro.

Imagine voar na comodidade de uma cama

O fabricante europeu de aviões Airbus anunciou que estuda criar zonas de descanso com camas no andar inferior dos seus novos modelos.

Airbus trabalha com o fabricante de assentos Zodiac Aerospace no design de camas para serem instaladas nos porões dos aviões. A ideia é que o novo modelo Airbus A330, cujo lanzamento está previsto para 2020, incorpore camas para que os passageiros possam relaxar e dormir esticados durante os trajetos mais largos.

No momento trata-se unicamente de um projeto. Os fabricantes de aviões estudam constantemente como poder oferecer inovações que os diferenciem da competição. Tetos transparentes, zonas de jogos infantis, ginásio, bares… No entanto, a execução nem sempre é infalível.

Um dos pontos principais é a segurança. Durante certas fases dos voos, como levantar voo, aterragens ou momentos de turbulências os passageiros devem estar sentados com o assento reto, pelo que com o uso da cama se vê complicado. De igual forma, a zona dos assentos são sempre superiores no avião, pelo que a localização das camas no porão também levanta dúvidas sobre a segurança em relação à capacidade para evacuar os passageiros ante uma emergência.

As aerolínhas incorporaram alternativas multiplas para que esteja entretido durante os voos transoceanicos. Música, jogos, filmes… Não obstante, não há melhor maneira de estar oito horas num avião que passando pelas brasas.