Informações sobre o sono e descanso

Tipos de Colchões

Na  hora de escolher um colchão, sempre vem a dúvida: Qual é o colchão ideal?  Como escolher no meio de tanta variedade?  A escolha do colchão é muito importante já que passamos umas 8 horas dormindo cada dia.  Antes de tomar qualquer decisão, permita-nos explicar as diferentes opções que há no mercado e qual delas é a melhor escolha de acordo com suas necessidades e preferências.

Classes de colchões:

Colchões de Molas . Existem dois tipos:

Molas Ensacadas:  Cada mola está separada, porque estão embolsadas em sacos individuais, proporcionando uma maior resistência  ao colchão, total independência de leitos e arejamento.

Molas Biconicas: É o clássico colchão, oferece boa firmeza, porem sem independência de leitos.

Colchões Viscoelásticos: Composto de 2 partes, uma é o HR que dá a firmeza necessária ao colchão para um bom sustento da coluna. A outra parte é a viscoelástica, que se adapta perfeitamente ao corpo reduzindo as pressões e garantindo um descanso muito mais prazenteiro.

Colchões de látex: É um colchão muito mais natural, por causa da sua composição de látex, se caracteriza também pela flexibilidade e totalmente silencioso. Deve ser usado com um suporte que permita que o colchão respire, como um estrado de ripas ou sommier.

Colchões  de espuma de última geração: São colchões que se fabricam com espumas especiais, cujas as densidades proporcionam uma maior firmeza.

Colchão Luxury  Argentum. É um colchão Oxicell de alta resiliência ( 55 kg) absorve o peso e os movimentos da pessoa durante o descanso, e proporciona uma completa independência de leitos. Melhora a qualidade do descanso de forma incrível, alivia a pressão e aporta um suporte magnífico ao  corpo. Os colchões Oxicell é uma autentica revolução no mundo do descanso.

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A falta de sono e Alzheimer

Um recente estudo demonstrou que a falta de sono está conectada com maiores níveis de uma proteína chamada beta-amiloide, conhecida pela sua relação com Alzheimer.

Para realizar o estudo, reuniram-se 20 participantes para que dormissem uma noite no Instituto Nacional de Saúde de Maryland (E.E.U.U.). Depois de uma noite de sono, foram submetidos a um scanner com o qual monitorizaram os níveis de proteínas no cérebro. Aproximadamente duas semanas depois, cada um dos participantes voltou a passar outra noite no centro. No entanto, desta vez foram despertados a cada hora, não sendo permitidos dormir profundamente. Depois de mais de 30 horas onde foram obrigados a manter-se acordados voltou-se a repetir o mesmo scanner cerebral.

Os resultados foram evidentes. Dezanove dos vinte participantes, com idades variantes desde os 22 aos 72 anos, mostraram níveis de beta-amiloides muito superiores depois de uma noite de não poder dormir corretamente. Ainda que estes níveis não eram preocupantes para o surgimento do Alzheimer, o estudo sugere uma conexão provável entre os hábitos de sono e o surgimento posterior desta doença.

Em parte, o Alzheimer diagnostica-se detetando grandes placas de beta-amiloide realizando estes mesmos scanner. Não obstante, ainda não se pode esclarecer qual é o motivo que cria o surgimento desta proteína.

Todas as pessoas produzem pequenas quantidades de beta-amiloide nos cérebros como parte do processo de generação de outras proteínas. No entanto, o próprio cérebro acaba por limpar esta proteína. Os investigadores não puderam detetar ainda se os maiores níveis de beta-amiloide se devem a que a falta de sono detém ou afeta o processo de limpeza do cérebro ou se esta se produz em quantidades maiores ao estar tantas horas acordado.

O que este estudo, igual a muitos outros, sim sugere é que a falta do descanso devido afeta o funcionamento correto do nosso cérebro.

Imagine voar na comodidade de uma cama

O fabricante europeu de aviões Airbus anunciou que estuda criar zonas de descanso com camas no andar inferior dos seus novos modelos.

Airbus trabalha com o fabricante de assentos Zodiac Aerospace no design de camas para serem instaladas nos porões dos aviões. A ideia é que o novo modelo Airbus A330, cujo lanzamento está previsto para 2020, incorpore camas para que os passageiros possam relaxar e dormir esticados durante os trajetos mais largos.

No momento trata-se unicamente de um projeto. Os fabricantes de aviões estudam constantemente como poder oferecer inovações que os diferenciem da competição. Tetos transparentes, zonas de jogos infantis, ginásio, bares… No entanto, a execução nem sempre é infalível.

Um dos pontos principais é a segurança. Durante certas fases dos voos, como levantar voo, aterragens ou momentos de turbulências os passageiros devem estar sentados com o assento reto, pelo que com o uso da cama se vê complicado. De igual forma, a zona dos assentos são sempre superiores no avião, pelo que a localização das camas no porão também levanta dúvidas sobre a segurança em relação à capacidade para evacuar os passageiros ante uma emergência.

As aerolínhas incorporaram alternativas multiplas para que esteja entretido durante os voos transoceanicos. Música, jogos, filmes… Não obstante, não há melhor maneira de estar oito horas num avião que passando pelas brasas.