Informações sobre o sono e descanso

Você é uma bela adormecida?

Você é uma bela adormecida?

Parece bom, mas a realidade não é tão bonita. Aqueles que sofrem da doença rara do Síndrome Kleine-Levin podem chegar a dormir 22 horas por dia.

Esta doença pouco frequente de tipo neurológico é também chamada de Síndrome da Bela Adormecida. Aqueles que a sofrem com isso tem uma sonolência excessiva e hipersonia supõe-lhes ter períodos de sono prolongado de mais de 18 horas por dia.

Embora apenas a sofram poucas pessoas em todo o mundo, as pessoas afectadas têm verdadeiros problemas no fato de ter uma vida normal já que pode afetar sua vida social, famíliar e profissional.

O eterno cansâncio, a constante sensação de não ter dormido bastante e a grande quantidade de horas que precisam dormir torna impossível trabalhar.

El tratamiento, que actualmente solo es sintomático consta de fármacos que actúan sobre el Sistema Nervioso Central.

Una enfermedad rara y desconocida para la mayoría pero una auténtica lucha diaria para aquellos que tienen la mala fortuna de padecerla.

No entanto o sono excessivo não é o único problema, aqueles que sofrem esta doença sentem dor física, constante mal-estar e distúrbios no comportamento. Geralmente é mais comum em adolescentes e jovens do sexo masculino, embora ocasionalmente também possa afetar a mulheres.

 O tratamento, que atualmente é apenas sintomático consiste de fármacos que atuam sobre o Sistema Nervoso Central.

Una doença rara e desconhecida para a maioria, mas uma verdadeira luta diariamente para aqueles que têm a má fortuna de padecé-la

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A falta de sono e Alzheimer

Um recente estudo demonstrou que a falta de sono está conectada com maiores níveis de uma proteína chamada beta-amiloide, conhecida pela sua relação com Alzheimer.

Para realizar o estudo, reuniram-se 20 participantes para que dormissem uma noite no Instituto Nacional de Saúde de Maryland (E.E.U.U.). Depois de uma noite de sono, foram submetidos a um scanner com o qual monitorizaram os níveis de proteínas no cérebro. Aproximadamente duas semanas depois, cada um dos participantes voltou a passar outra noite no centro. No entanto, desta vez foram despertados a cada hora, não sendo permitidos dormir profundamente. Depois de mais de 30 horas onde foram obrigados a manter-se acordados voltou-se a repetir o mesmo scanner cerebral.

Os resultados foram evidentes. Dezanove dos vinte participantes, com idades variantes desde os 22 aos 72 anos, mostraram níveis de beta-amiloides muito superiores depois de uma noite de não poder dormir corretamente. Ainda que estes níveis não eram preocupantes para o surgimento do Alzheimer, o estudo sugere uma conexão provável entre os hábitos de sono e o surgimento posterior desta doença.

Em parte, o Alzheimer diagnostica-se detetando grandes placas de beta-amiloide realizando estes mesmos scanner. Não obstante, ainda não se pode esclarecer qual é o motivo que cria o surgimento desta proteína.

Todas as pessoas produzem pequenas quantidades de beta-amiloide nos cérebros como parte do processo de generação de outras proteínas. No entanto, o próprio cérebro acaba por limpar esta proteína. Os investigadores não puderam detetar ainda se os maiores níveis de beta-amiloide se devem a que a falta de sono detém ou afeta o processo de limpeza do cérebro ou se esta se produz em quantidades maiores ao estar tantas horas acordado.

O que este estudo, igual a muitos outros, sim sugere é que a falta do descanso devido afeta o funcionamento correto do nosso cérebro.

Imagine voar na comodidade de uma cama

O fabricante europeu de aviões Airbus anunciou que estuda criar zonas de descanso com camas no andar inferior dos seus novos modelos.

Airbus trabalha com o fabricante de assentos Zodiac Aerospace no design de camas para serem instaladas nos porões dos aviões. A ideia é que o novo modelo Airbus A330, cujo lanzamento está previsto para 2020, incorpore camas para que os passageiros possam relaxar e dormir esticados durante os trajetos mais largos.

No momento trata-se unicamente de um projeto. Os fabricantes de aviões estudam constantemente como poder oferecer inovações que os diferenciem da competição. Tetos transparentes, zonas de jogos infantis, ginásio, bares… No entanto, a execução nem sempre é infalível.

Um dos pontos principais é a segurança. Durante certas fases dos voos, como levantar voo, aterragens ou momentos de turbulências os passageiros devem estar sentados com o assento reto, pelo que com o uso da cama se vê complicado. De igual forma, a zona dos assentos são sempre superiores no avião, pelo que a localização das camas no porão também levanta dúvidas sobre a segurança em relação à capacidade para evacuar os passageiros ante uma emergência.

As aerolínhas incorporaram alternativas multiplas para que esteja entretido durante os voos transoceanicos. Música, jogos, filmes… Não obstante, não há melhor maneira de estar oito horas num avião que passando pelas brasas.