Informações sobre o sono e descanso

Que distingue os colchões de Alta Gama dos outros?

Chega a hora de mudar o colchão e surgem todos os tipos de dúvidas.
Uma das mais comuns é: Devo escolher um colchão alta gama para dormir melhor?

A resposta é simples, não por ser um colchão mais caro, garante que você vai para dormir melhor do que com outro colchão de gama média. Isto porque ocorre? Porque sempre encontramos o produto que melhor se adapte às nossas necessidades e gostos, não só por ser mais caro será mais confortável.

Obviamente os colchões de Alta Gama são sempre feitos com matérias-primas de alta qualidade, têm um processo de fabricação mais delicado, e os tratamentos para melhorar seu descanso são inovadores, mas tudo isso não garante que vamos dar com o colchão certo.

Por exemplo, uma pessoa que está acostumada a um colchão de molas tradicionais, que têm constituição grande, é caloroso, gosta de dormir firme e não gosta da sensação de afundar-se no colchão. Essa pessoa não poderia escolher um colchão de Alta Gama como poderia ser nosso colchão Paradise, porque este modelo tem 10 cm de espuma de memória, então proporciona um descanso mole, e além disso, pela sua constituição, essa pessoa vai se sentir afunda-se muito no colchão.

Seria mais apropriado recomendar um produto de elevada firmeza com grande transpirabilidade, como o colchão Naturfresh, ou bem escolhemos um colchão de molas ensacadas (mais resistente e firme do que as molas tradicionais) e com uma pequena camada de viscoelástica de 2 cms, como seria o colchão Brissa.

Assim já sabe, ao escolher um colchão, é sempre melhor deixar-se aconselhar e não deixar-se enganar pelos preços porque nestes casos você deve sempre escolher um produto que se adapte às suas necessidades.

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A falta de sono e Alzheimer

Um recente estudo demonstrou que a falta de sono está conectada com maiores níveis de uma proteína chamada beta-amiloide, conhecida pela sua relação com Alzheimer.

Para realizar o estudo, reuniram-se 20 participantes para que dormissem uma noite no Instituto Nacional de Saúde de Maryland (E.E.U.U.). Depois de uma noite de sono, foram submetidos a um scanner com o qual monitorizaram os níveis de proteínas no cérebro. Aproximadamente duas semanas depois, cada um dos participantes voltou a passar outra noite no centro. No entanto, desta vez foram despertados a cada hora, não sendo permitidos dormir profundamente. Depois de mais de 30 horas onde foram obrigados a manter-se acordados voltou-se a repetir o mesmo scanner cerebral.

Os resultados foram evidentes. Dezanove dos vinte participantes, com idades variantes desde os 22 aos 72 anos, mostraram níveis de beta-amiloides muito superiores depois de uma noite de não poder dormir corretamente. Ainda que estes níveis não eram preocupantes para o surgimento do Alzheimer, o estudo sugere uma conexão provável entre os hábitos de sono e o surgimento posterior desta doença.

Em parte, o Alzheimer diagnostica-se detetando grandes placas de beta-amiloide realizando estes mesmos scanner. Não obstante, ainda não se pode esclarecer qual é o motivo que cria o surgimento desta proteína.

Todas as pessoas produzem pequenas quantidades de beta-amiloide nos cérebros como parte do processo de generação de outras proteínas. No entanto, o próprio cérebro acaba por limpar esta proteína. Os investigadores não puderam detetar ainda se os maiores níveis de beta-amiloide se devem a que a falta de sono detém ou afeta o processo de limpeza do cérebro ou se esta se produz em quantidades maiores ao estar tantas horas acordado.

O que este estudo, igual a muitos outros, sim sugere é que a falta do descanso devido afeta o funcionamento correto do nosso cérebro.

Imagine voar na comodidade de uma cama

O fabricante europeu de aviões Airbus anunciou que estuda criar zonas de descanso com camas no andar inferior dos seus novos modelos.

Airbus trabalha com o fabricante de assentos Zodiac Aerospace no design de camas para serem instaladas nos porões dos aviões. A ideia é que o novo modelo Airbus A330, cujo lanzamento está previsto para 2020, incorpore camas para que os passageiros possam relaxar e dormir esticados durante os trajetos mais largos.

No momento trata-se unicamente de um projeto. Os fabricantes de aviões estudam constantemente como poder oferecer inovações que os diferenciem da competição. Tetos transparentes, zonas de jogos infantis, ginásio, bares… No entanto, a execução nem sempre é infalível.

Um dos pontos principais é a segurança. Durante certas fases dos voos, como levantar voo, aterragens ou momentos de turbulências os passageiros devem estar sentados com o assento reto, pelo que com o uso da cama se vê complicado. De igual forma, a zona dos assentos são sempre superiores no avião, pelo que a localização das camas no porão também levanta dúvidas sobre a segurança em relação à capacidade para evacuar os passageiros ante uma emergência.

As aerolínhas incorporaram alternativas multiplas para que esteja entretido durante os voos transoceanicos. Música, jogos, filmes… Não obstante, não há melhor maneira de estar oito horas num avião que passando pelas brasas.