Informações sobre o sono e descanso

Truques para a mudança do seu colchão

Mudar de casa é sem dúvida uma tarefa esgotante. Não importa o quanto tenha preparado ou planificado, ao final sempre acabam por surgir inconvenientes ou dificuldades que não poderia ter imaginado. Entre os problemas aos quais terá que enfrentar encontra-se também o translado dos seus colchões.

Apesar do cómodo que lhe possa parecer quando dorme sobre ele, os colchões são elementos pesados e volumosos, pelo que o transporte pode resultar ser complicado. Muitas pessoas aproveitam a mudança de morada para renovar também a cama. Mas, obviamente se o seu colchão é relativamente novo ou continua a estar cómodo nele, vai querer levá-lo consigo.

Além de ser bastante pesados, os colchões são também muito delicados. Se os dobra ou pressiona em excesso, sofrerão afundamentos ou deformações que logo impedirão de descansar adequadamente. Igualmente, estamos a falar de um produto higiénico. É importante tratá-lo com o devido cuidado para evitar que possa acabar por sujar-se ou absorver qualquer tipo de substância indesejada. Para isso, envolva completamente o seu colchão com um saco grande ou plástico. Desta maneira se manterá protegido ante a sujidade ou pó durante todo o trajeto. Lembre-se que se o seu colchão acumula pó pode converter-se num ninho de bactérias.

O primeiro inconveniente vai encontrar antes de sair de casa. Devido ao volume grande dos colchões, especialmente se são de cama de casal, em muitas ocasiões resulta ser impossível transportá-los pelos corredores, postas ou escadas. Se não há outro remédio, terá que baixá-los pela varanda.

Uma vez fora da casa é preciso metê-lo em algum transporte. Devido ao seu tamanho necessitará no mínimo uma carrinha. É importante que haja espaço suficiente para transportar o colchão sem que se tenha que dobrar ou possa ser esmagado por outra mobília.

Se tem planeado mudar-se proximamente, é provável que tenha convencido a um grupo de amigos ou contratado uma equipa de profissionais para ajudar. Não se esqueça de mencionar o cuidado de transporte que o colchão precisa. Se o envolve num material que não seja transparente, convém que o identifique com algum tipo de etiqueta.

Desde Maxcolchon desejamos-lhe muito animo com a mudança e que desfrute muito do seu novo lugar!

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

A falta de sono e Alzheimer

Um recente estudo demonstrou que a falta de sono está conectada com maiores níveis de uma proteína chamada beta-amiloide, conhecida pela sua relação com Alzheimer.

Para realizar o estudo, reuniram-se 20 participantes para que dormissem uma noite no Instituto Nacional de Saúde de Maryland (E.E.U.U.). Depois de uma noite de sono, foram submetidos a um scanner com o qual monitorizaram os níveis de proteínas no cérebro. Aproximadamente duas semanas depois, cada um dos participantes voltou a passar outra noite no centro. No entanto, desta vez foram despertados a cada hora, não sendo permitidos dormir profundamente. Depois de mais de 30 horas onde foram obrigados a manter-se acordados voltou-se a repetir o mesmo scanner cerebral.

Os resultados foram evidentes. Dezanove dos vinte participantes, com idades variantes desde os 22 aos 72 anos, mostraram níveis de beta-amiloides muito superiores depois de uma noite de não poder dormir corretamente. Ainda que estes níveis não eram preocupantes para o surgimento do Alzheimer, o estudo sugere uma conexão provável entre os hábitos de sono e o surgimento posterior desta doença.

Em parte, o Alzheimer diagnostica-se detetando grandes placas de beta-amiloide realizando estes mesmos scanner. Não obstante, ainda não se pode esclarecer qual é o motivo que cria o surgimento desta proteína.

Todas as pessoas produzem pequenas quantidades de beta-amiloide nos cérebros como parte do processo de generação de outras proteínas. No entanto, o próprio cérebro acaba por limpar esta proteína. Os investigadores não puderam detetar ainda se os maiores níveis de beta-amiloide se devem a que a falta de sono detém ou afeta o processo de limpeza do cérebro ou se esta se produz em quantidades maiores ao estar tantas horas acordado.

O que este estudo, igual a muitos outros, sim sugere é que a falta do descanso devido afeta o funcionamento correto do nosso cérebro.

Imagine voar na comodidade de uma cama

O fabricante europeu de aviões Airbus anunciou que estuda criar zonas de descanso com camas no andar inferior dos seus novos modelos.

Airbus trabalha com o fabricante de assentos Zodiac Aerospace no design de camas para serem instaladas nos porões dos aviões. A ideia é que o novo modelo Airbus A330, cujo lanzamento está previsto para 2020, incorpore camas para que os passageiros possam relaxar e dormir esticados durante os trajetos mais largos.

No momento trata-se unicamente de um projeto. Os fabricantes de aviões estudam constantemente como poder oferecer inovações que os diferenciem da competição. Tetos transparentes, zonas de jogos infantis, ginásio, bares… No entanto, a execução nem sempre é infalível.

Um dos pontos principais é a segurança. Durante certas fases dos voos, como levantar voo, aterragens ou momentos de turbulências os passageiros devem estar sentados com o assento reto, pelo que com o uso da cama se vê complicado. De igual forma, a zona dos assentos são sempre superiores no avião, pelo que a localização das camas no porão também levanta dúvidas sobre a segurança em relação à capacidade para evacuar os passageiros ante uma emergência.

As aerolínhas incorporaram alternativas multiplas para que esteja entretido durante os voos transoceanicos. Música, jogos, filmes… Não obstante, não há melhor maneira de estar oito horas num avião que passando pelas brasas.